era o que Lô Borges escrevia sempre que lhe pediam um autógrafo para o seu icônico disco do tênis (1972), de acordo com matéria da Folha de hoje. Define bem minha passagem por este mundo: andarilho solitário pelas quebradas da vida. Que mais é a vida, se não uma caminhada?
É mais um que se vai. Era da turma do mineiro Clube da Esquina, um dos melhores grupos que a talentosa geração de músicos brasileiros das décadas de 60/70 produziu. Caramba! não é para qualquer ícone da nossa música brasileira atual - não cito nomes para não ferir suscetibilidades! - produzir pérolas como :
Coisas que ficaram por dizer,
na canção do vento,
não se cansam de voar.
(Trem Azul - Lô Borges/Ronaldo Bastos)

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