Abandonei o universo pop da cultura, particularmente a musical, após os anos 90 do já longínquo século passado. Por exemplo, da lista dos headliners do Lolapalooza em SP que aconteceu neste final de semana, desconheço todos; jamais ouvi uma música de qualquer um deles. Chamou minha atenção o nome da Chappell Roan, tida e havida pela crítica como uma das maiores atrações - já ganhou Grammy! - que se tornou ainda maior após o incidente que envolveu seus seguranças e a enteada de um conhecido jogador de futebol do país.
Uma fotografia em matéria de O Globo, me levou a classificá-la, dentro do meu padrão anos 90 do século passado, como neo-gótica ou punk. Consultei a Wiki que a classifica como uma cantora/compositora americana de músicas que remetem ao sinth-pop (?!) dos anos 80 e pop sombrio com tons de balada dos anos 2000. Sua estética é fortemente influenciada por drag-queens, seu estilo considerado exagerado. É lésbica e se identifica como queer. As fotos abaixo dizem bem do texto;
Sou de uma geração que tem o Vive e deixa viver! como uma de suas marcas, mas, confesso, que o mix da Chappell não é para almas tíbias. Tanta diversidade, confunde. Vou ouví-la. Torço para que seja boa cantora



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