Taí uma frase repetida à exaustão pelas nossas feministas que considero infantil e que só pode ornar uma inteligência pouco privilegiada. Talvez eu seja essa inteligência e não esteja entendendo bem o que elas querem dizer com isso, mas entendo que ninguém (mulher ou homem) pode ser quem ela/ele quiser. Do ponto de vista pessoal somos precários, limitados e temos ainda todo um ambiente social que nos constrange. É o preço a pagar para vivermos em sociedade.
Entretanto, em um aspecto, dou meu braço a torcer para as nossas progressistas. Em termos de maquiagem, elas realmente podem ser o que quiserem. Sou assinante da UOL e acompanho razoavelmente seu noticiário. Há um par de jornalistas que publica um post no site que acompanho mais pela presença feminina - é o tipo da mulher que me atrai - do que pelos temas politicos que aborda. Há dias ao abri-lo, dei logo de cara com um vídeo, sem audio, que focalizava uma figura feminina, que me pareceu desconhecida. Passou-se um tempo e passei a desconfiar de que se tratava da minha paixão platônica. Era tão diferente que só acreditei quando a câmera abriu e apareceu o parceiro com quem divide o post. Era ela mesmo, mas de cara lavada.
Confesso que nem a tão decantada IA, em seu estágio atual, produziria tamanha diferença. Certamente, faltaria-lhe imaginação. Pior mesmo foi a quebra do encantamento. Fiquei desapontado, com a versão - digamos - natural da moça ou senhora.


