terça-feira, 27 de agosto de 2024

O país está ardendo.

Em maio/junho a água das cheias colocou o RS de joelhos; agora é o Centro-Oeste, parte do Norte e do Sudeste que arde em chamas.  No Acre, em janeiro o Rio Acre provocou a maior cheia da história em Rio Branco; hoje sua profundidade é de 67cm. 

A natureza devolve em dobro o que com ela fizeram. E o homem pensa que é seu senhor. Continue pensando... será por ela devorado.

Marcelo Camargo - Agência Brasil

A imagem do Congresso envolto pela fumaça dos incêndios é repleta de significado. É o Brasil  perturbando a fantasia da nossa  capital - ilhada do país real - com seus três poderes engalfinhando-se, ocupados com a pequena política. Irá sensibilizá-los? Não acredito; fumaça é muito benigna para corroer corações de pedra.

Wise guy.

A expressividade dos olhos - buscam o infinito -  da coruja-serra-afiada que vive principalmente no Ontário, Canadá me fez entender  porque ela simboliza a filosofia. A expressão de quem paira altaneira sobre o o mundo que a rodeia  sugere uma sabedoria que parece andar em baixa entre os humanos.



Viva a diversidade!

Abrossexual, taí mais uma nova variante de abordar a própria sexualidade. É o universo LBGTQI+ expandindo-se. Se você tem interesse no assunto acesse o  UOL de hoje.

quinta-feira, 22 de agosto de 2024

País estranho

o nosso em que:

  • a energia é barata e abundante, mas a conta que cobram por ela é cara.
  •  existe jogo de azar responsável.
  •  pratica-se  o ódio do bem. 
  • cometem-se arbitrariedades invocando o estado democrático de direito. 

 

 

 

 

quarta-feira, 14 de agosto de 2024

Sinal dos tempos.

Minha formação tem fortes raizes na cultura grega clássica. Cursei filosofia por 3 anos e a linha central da escola era a aristotélica-tomista. A Acrópole ateniense é presença forte no meu imaginário. Quando passei por Atenas, visitá-la foi minha prioridade número um. Dai a consternação  que me causou ver o Partenon, construido num dos grandes momentos da nossa história quando foram lançadas as idéias básicas que norteiam a - hoje tão criticada -  civilização ocidental,  tendo como pano de fundo as chamas provocadas pelo desarranjo do clima, causado em boa parte,  pelo desatino dos seres humanos. A glória e a ignomínia, a representação do que tivemos de melhor sob a ameaça do que produzimos de pior. 

Vivemos uma marcha-a-ré civilizacional.

Angelos Tzortzinis/AFP


segunda-feira, 12 de agosto de 2024

quarta-feira, 7 de agosto de 2024

Com brasileiros não há quem possa!

A foto provocou orgasmos múltiplos nos nossos pachecos mais exaltados. A respeitar e louvar o esforço evidente dos nossos atletas - muitos deles gente do povo -  para bem representar seu país, mas é disgusting - não acho palavra equivalente em português - constatar o ufanismo galopante, a quase idolatria manifestada pela midia tradicional  às nossas escassas medalhas de ouro. A conquistada por Rebeca Andrade, parece ter resgatado o orgulho de ser brasileiro. A edição de O Globo de hoje dedica uma página,  apenas para mostrar a repercussão internacional do seu feito. 

Somos um país hiperbólico.