Morreré a grande embriaguez da alma,e ela anda à catade se evadir,de ser o que deixa de ser.Há uma estranha euforia na morte que não mata.
Bruno Tolentino (1940-2007)
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Chegar aos 75 anos é ter o passado como bagagem, e um único bilhete para o futuro: a morte. Sem lágrimas , tampouco ranger de dentes.
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